Quem somos?

1.1 – Visão
Em obediência à Palavra de Deus, ganhar todas as pessoas para Jesus e transformá-las em discípulos compromissados de Cristo.

1.2 – Missão
Pelo poder do Espírito Santo através de um discipulado intencional, ganhar a pessoa para Cristo, inseri-la no contexto da igreja local e proporcionar o desenvolvimento de seu chamado pessoal para que na justa operação de cada parte cresça a Igreja de Cristo e expanda-se o Reino de Deus.

1.3 – Propósitos
Guiados pelo Espírito Santo almejamos:

  • Ganhar pessoas para Cristo anunciando o Evangelho da salvação conforme Mateus 28.18 e 20; Marcos 16.19 e20; Lucas 24.44 a 49; João 20.19 a 23 e Atos 1.4 a 8.
  • Inserir essas pessoas na igreja local através de uma vida ativa nos Grupos de Crescimento (Atos 2.46 e 5.42) nos discipulados um a um (2 Timóteo 2.2) e nos departamentos.
  • Proporcionar crescimento a elas por meio dos ministérios e departamentos de trabalho em áreas específicas (Efésios 4.11 a 16 e 1 Pedro 4.10).
  • Enviá-las ao campo de trabalho (João 4.35), respaldadas pela unção do Espírito Santo e pelo reconhecimento e cobertura espiritual da igreja local (Atos 6.3 e 13.3).

1.4 Princípios práticos para a aplicação da visão da Igreja ABA

  1. A Bíblia é o nosso manual de prática e conduta, Cristo é a nossa pedra angular sobre a qual edificamos tendo como fundamento a doutrina dos apóstolos.
  2. Uma igreja que busca preparar líderes servidores, tendo por modelo a vida e a obra de Jesus, que vivam vibrante e positivamente a obra do ministério, através do contínuo investimento no desenvolvimento ministerial dos membros.
  3. Uma igreja guiada pelo Espírito Santo, empreendedora, que se auto avalia renovando constantemente suas ações em prol do Reino de Deus.
  1. Gerar uma consciência de que todo nascido de novo é corpo de Cristo e tem nele sua função. Edificar a certeza de que como tal, é embaixador do Reino de Deus encarregado do ministério de Cristo.
  1. Evangelizar em tempo e fora de tempo, de múltiplos modos, pela múltipla graça indo além dos métodos convencionais.
  1. Desenvolver uma mentalidade de que não precisamos ser vítimas das circunstâncias, mas pela aplicação da Palavra de Deus devemos praticar o perdão e a aceitação (para consigo mesmo e para com os outros).
  1. Uma igreja única e indivisível, porém, autônoma em sua existência e atuação locais, pautada nas tradições bíblicas sem se tornar rígida e religiosa.
  1. Buscamos contextualizar a liturgia e a pregação à realidade que nos circunda, visando a obediência à perfeita e imutável Palavra de Deus. Procuramos dar a máxima liberdade ao Espírito Santo, dando ênfase à pregação encorajadora.
  1. Investir no relacionamento dos membros da igreja, oportunizando ambientes que promovam a comunhão em amor entre os irmãos tais como: Grupos de Crescimento, discipulados, ministérios e cultos de celebração.
  1. Motivar o povo a uma vida em santidade diante da eminente expectativa da segunda vinda de Jesus. Que todo o cristão esteja preparado para o arrebatamento. Fazendo conhecido o Evangelho até os confins da Terra.
  1. Preparar novas gerações para o ministério, ampliando o alcance das nossas atividades ministeriais, plantando e edificando igrejas pelo Brasil e pelo mundo.
  1. Atuar de maneira relevante na sociedade por meio de obras e ações sociais.
  1. Utilizar-se da mídia de forma positiva para influenciar e impactar a sociedade com a nossa mensagem.
  1. Fazer tudo para o Senhor, de maneira ordeira e descente, movidos e respaldados pelo amor.

A VISÃO DO MDA – Modelo de Discipulado Apostólico.

A visão do MDA concebe o Projeto de Deus sobre a Terra como estes corações sobrepostos. Ela parte do abrangente para o particular. Do geral para o mais intimo. Quem está no coração mais interno, além de integrar o todo, está no centro do propósito do Pai, que é o discipulado um a um.

ONDE ESTÁ O CORAÇÃO DE DEUS
Vemos no quadro que o coração de Deus em seu reino está na Noiva a igreja, representada pelo coração vermelho. Essa é a igreja de Jesus em toda a terra, a igreja espiritual, que esta espalhada pelo mundo em varias denominações e maneiras.

Dentro da igreja na terra o coração de Deus esta na igreja local, representada pelo coração azul, porque assim ela se torna uma igreja manifesta às pessoas. Ela tem um endereço, ela é a expressão visível da igreja que é invisível, da mesma forma que Jesus encarnado é a manifestação visível do Deus invisível, e da mesma forma real.

Dentro da igreja local o coração de Deus esta no Grupo de Crescimento (célula) o coração verde, a igreja nos lares. A igreja viva e ativa, onde cada pessoa tem expressão, é importante e vital. É onde cada pessoa pode se desenvolver, crescer e se manifestar. É onde podemos por em prática o ser igreja, passando muito além de diaconia, sendo realmente igreja. Nessa visão deixamos de ser plateia, de ir à igreja e passamos a ser a igreja, é onde a justa operação de cada parte é realmente é iniciada. Oportunizando a experiência de ser literalmente o corpo de Cristo.

Dentro desse contexto o coração de Deus esta no discipulado um a um (Mateus 28.19), representado pelo coração amarelo. Quando alguém diz suas ultimas palavras ante a sua partida, com certeza está falando do que o seu coração deseja. Jesus está expressando o desejo intimo do seu coração aos discípulos nesse texto de Mateus, “Ide e fazei discípulos” com certeza é o que ele espera de nós hoje também.

TRILHO DE CRESCIMENTO

“TODO O MUNDO DISCIPULADO, TODO DISCÍPULO UM LÍDER COMPROMISSADO.”

Esse lema resume a nossa visão. Primeiro: “todo o mundo discipulado”, o que significa cuidar bem de todos, sem exceção. Porém, não pode ser só isso, pelo fato dessa pessoa poder se tornar introvertida, voltada para si mesma, sempre querendo ser ajudada. Temos que ajudar cada membro a entender que todos foram chamados por Deus não só para seres ajudados, mas, acima de tudo, ajudarem outras pessoas.

Influenciadores neste mundo e não influenciados pelo mundo..

Precisamos discípular com propósito, para gerar em nossos discípulos as características de um discipulador. (2 Timóteo 2.2).

COMO FAREMOS ISSO, É O QUE VAMOS VER A SEGUIR
GANHAR
É a fase quando fazemos Deus conhecido. Revelando seu grande Amor e quem Ele é para cada pessoa.

Olhando de uma maneira prática para as últimas palavras de Jesus, temos a incumbência de pregar o Evangelho a toda criatura por toda a Terra (Mc 16.15). Percebemos que não estamos sós nessa tarefa. O Espírito Santo é nosso protetor e provedor nessa tarefa confirmando a pregação da igreja (Mc 16.20). Ganhar é a primeira responsabilidade ordenada à igreja por Jesus. Nosso papel é levar a mensagem do evangelho e o Espírito Santo coopera com nossa atitude de fé e obediência convencendo as pessoas “do pecado, da justiça e do juízo”. Fica bem claro que nós pregamos, o Espírito convence, mas, a decisão de converter-se é de cada um.

Quando apresentamos a Palavra de Deus às pessoas cremos que o poder que emana da cruz (Rm 1. 17, 17), onde Cristo efetuou a salvação da humanidade entra em operação para gerar o resultado do seu propósito (Is 53. 11) na vida das pessoas que ouvem a mensagem. Por isso cremos que é fundamental anunciar o evangelho a toda criatura.

Nós como igreja de Cristo entendemos que é nossa responsabilidade ganhar almas e cuidar bem delas como ordenou Jesus (Mt 28. 18- 20). Essa tarefa conhecida como “A Grande Comissão” deve ser um estilo de vida de cada novo crente. Com seu testemunho pessoal (sua experiência de novo nascimento) e de vida transformada.

Nossa igreja ainda dispõe de variadas estratégias para que possamos executar com sucesso essa maravilhosa tarefa.

Evangelismo de rua e de casa em casa em torno dos GCs (grupo de crescimento), o Projeto Natanael, a implantação de GEs (grupo de evangelismo), Casas de Paz, e nossas próprias reuniões de culto, de GC, seminários, campanhas, etc.

Ganhar é alcançar a pessoa para Cristo através do testemunho e pregação da Palavra. O alvo são pessoas não crentes, por isso elas ainda não têm conhecimento da necessidade de frequentar os cultos de celebração e os GCs. Nossa meta com essas pessoas é torná-las discípulos de Cristo através de nossas vidas.

Membro iniciante
Nessa fase temos como objetivo inserir a pessoa no contexto da igreja, levando-a a participar assiduamente dos cultos de celebração e dos GCs (Hb 10. 25). Alguém do GC em que ela for participar deve passar para ela a apostila Nível 1 – Manual do Discípulo. Ela deve tomar a decisão de ser batizada e tornar-se participante da igreja como membro fazendo o curso Aliança de Membresia reconhecendo em sua vida o senhorio de Cristo.

Ao passar por esta fase após a Aliança de Membresia e o batismo em águas (quando for o caso) a pessoa passa a ser membro ativo da igreja ABA, isto é, pode executar tarefas de diaconia nas escalas da rede onde está integrada, ou ainda passar a apostila Nível 1 para algum novo convertido no GC. Sempre com a anuência de seu discipulador e do seu líder de GC.

Consolidar
É quando mostramos pela palavra quem (o que) cada pessoa é em Cristo Jesus (2ª Co 5. 17; Rm 8. 16).  É a fase de saber que houve uma mudança de Reino (1ª Pe 2. 9, 10), de senhorio (Rm 10. 9- 11) e que deve haver transformação de mente e de coração (Ez 11. 19; 2ª Co 3.3).

Como já vimos anteriormente há várias maneiras de apresentarmos Deus para as pessoas. Mas há duas maneiras básicas de entrada no reino (igreja); através dos GCs ou dos cultos de celebração.

Nossa primeira tarefa é de inserir a pessoa no contexto geral da igreja. Se ela foi alcançada através de um GC, temos que envolvê-la nos cultos de celebração onde receberá alimento através do pastor (escolhido de Deus) do rebanho. Se ela foi alcançada no culto devemos trabalhar para que ela seja inserida urgentemente num GC (igreja nos lares) que é onde a comunhão se torna mais estreita e profunda, é também o lugar de remoer (somos ovelhas) o alimento recebido no Domingo. Se a pessoa faltar uma dessas reuniões poderá sofrer uma indigestão, isto é, a palavra não será bem digerida e não cumprirá o propósito de alimentar e fortalecer.

A segunda tarefa tão importante como a primeira é começar o discipulado com a pessoa. Jesus ordenou: “ide e fazei discípulos…” (Mt 28.19). Para que o discipulado aconteça não é necessário fazer cerimônias, basta convidar a pessoa para um estudo da Palavra para que ela adquira entendimento do que aconteceu em sua vida no Novo Nascimento. A apostila Acompanhamento Inicial é fundamental nessa fase do discipulado.

A terceira tarefa é levar a pessoa a entender que o batismo em águas não é o fim, e sim um começo. Devemos ensiná-la e torná-la consciente do significado desse mandamento gerando um testemunho público e espiritual em sua vida.

Continuar cuidando dela em sua caminhada até o fim, motivando-a a ser ativa nos cultos, GCs, e demais atividades concernentes ao seu nível na escada do sucesso. Passar a apostila Discipulado Nível 2.

Ao passar por esta fase a pessoa pode assumir responsabilidades maiores, pode começar a discípular pessoas, mas continua sendo discipulada também. Sempre com a anuência de seu discipulador e do seu líder de GC.

Ela tem que ter a consciência de que esse crescimento deve torná-la mais fiel aos cultos de celebração, às reuniões de GC, ao discipulado um a um, e que ela deve continuar investindo em seu desenvolvimento espiritual participando dos cursos da EDL – Escola de Discipulado e Liderança (Classes Nova Criatura, Família Cristã, Vida Devocional, Ide e Fazei Discípulos, Autoridade Espiritual [Lealdade e Deslealdade] e TLGC).

Edificar
Quando a pessoa já entende quem é Deus e também já desenvolveu uma identidade compreendendo quem ela é após ter de nascido de novo, começa a fase da edificação.

Agora que a pessoa sabe que o firme fundamento é estar sobre a Rocha: Jesus Cristo; e que ela está firmada Nele pela fé, é o momento de ensiná-la sobre os propósitos de Deus para a sua vida. “Pois foi Deus quem nos fez o que somos agora; em nossa união com Cristo Jesus, ele nos criou para que fizéssemos as boas obras que ele já havia preparado para nós.” (Ef 2. 10 NTLH).

É a hora de conhecermos a razão de termos sido transportados do reino das trevas para a maravilhosa luz (Jesus) no Reino de Deus.  Mas vocês são a raça escolhida, os sacerdotes do Rei, a nação completamente dedicada a Deus, o povo que pertence a ele. Vocês foram escolhidos para anunciar os atos poderosos de Deus, que os chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz. Antes, vocês não eram o povo de Deus, mas agora são o seu povo; antes, não conheciam a misericórdia de Deus, mas agora já receberam a sua misericórdia.” (1 Pe 2. 9, 10 NTLH).

É hora de a pessoa entender que a grande comissão é o estilo de vida no Reino de Deus, que é nossa responsabilidade anunciar o evangelho, sendo testemunha perante todos de que somos feitura de Deus criados em Cristo Jesus.

É nessa fase que a pessoa revela em sua vida que é uma nova criatura, que seu passado ficou pra trás e em Cristo ela tem o direito de recomeçar. Nessa fase a pessoa compreende que os propósitos eternos de Deus têm um canal pelo qual é revelado para toda a humanidade, sua vida e testemunho. Ela é: luz do mundo, sal da terra, ramo frutífero da videira verdadeira, carta viva, embaixadora do Reino de Deus, testemunha, eleita, povo exclusivo de Deus, nova criatura.

Essa é a fase de entender a vontade de Deus e praticá-la. É gerar consciência de que temos um chamado como igreja, como corpo, e também como indivíduos, e que agora mais ainda deve ser fiel e participar dos cultos de celebração, das reuniões de GC, continuar a ser discipulada (agora de uma maneira mais profunda). Deve também tornar-se um discipulador que vai além das apostilas Nível 1 e 2. E que precisa continuar investindo em seu desenvolvimento espiritual e ministerial. Nesse tempo o TSD (Tempo Sozinho com Deus) já deve fazer parte do estilo de vida da pessoa.

Treinar
Treinar vai além de informar: é formar, fazer o discípulo. Nessa fase em que a pessoa já está convicta de quem é seu Deus, de quem ela é no Reino de Deus e que Deus tem um propósito para sua vida, chegou o tempo de ela ser treinada para essa tarefa e chamado. Cremos que todos os que estão ligados no corpo são escolhidos para ser ramo frutífero em Cristo Jesus – a Videira verdadeira.

A partir dessa fase com o aval do discipulador e do líder de GC a pessoa deverá assumir a responsabilidade de conduzir em caráter de treinamento a liderança de um grupo, ser responsável pela palavra de oferta, ou do quilo do amor, poderá passar a visão para o grupo, etc.

Nessa fase de treinamento podemos desafiar a pessoa a assumir Grupos de Evangelismos – GEs. Ela ficará responsável por passar as lições para uma ou mais pessoas da apostila de GE. É um ótimo treinamento, podendo gerar inclusive o nascimento de novos anfitriões para novos GCs.

É um tempo de ser auxiliadora no GC, nos departamentos, e também ter funções de relevância em eventos (congressos, seminários etc.).

Sempre com o compromisso de ser frequentadora compromissada dos cultos de celebração, das reuniões dos GCs, das reuniões do TADEL – Treinamento Avançado de Lideranças, desenvolvendo dia a dia sua vida espiritual e ministerial.

Enviar
Chegamos numa fase com nosso discípulo preparado para ir além. Agora podemos enviá-lo, é tempo de ele assumir responsabilidades maiores.

Esse é o momento em que a pessoa deve ser usada para multiplicar o GC. Seus líderes juntamente com a pessoa (sempre com o aval do discipulador) escolherão uma data e farão uma festa de multiplicação. Essa pessoa pode também ser indicada para liderar algum departamento.

Sempre com o cuidado de seu discipulador, mas debaixo de novas lideranças. Ele poderá ter um supervisor a quem prestar contas, lembrando, a estrutura das redes, supervisões e grupos só funcionam se houver honra e lealdade, mas, isso não substitui o discipulado um a um.

Também não significa que não precisa vir nos cultos de celebração, frequentar o GC. Agora ela precisa ser fiel ao TADEL também, além de ser uma boa discípula, deve estar discipulando duas ou três pessoas.

Nessa fase a pessoa poderá cursar a edmABA.

Quadro da Escada

Como funciona nossa igreja na prática?
Culto de celebração
Temos uma ideia de que o culto é o lugar de celebrarmos juntos, as maravilhas que DEUS está operando em nossas vidas. Temos um culto dinâmico e objetivo, onde louvamos ao Senhor com cânticos. Ele é também o lugar onde trazemos nosso dízimo (reconhecimento que somos cidadãos do Reino de Deus e do senhorio de Cristo sobre nós) e as nossas ofertas de gratidão. Cremos também que a igreja e as obras que ela faz no âmbito espiritual, social e educacional são um campo fértil para plantarmos as nossas sementes de provisão. Fazemos orações por nosso país e clamamos pela salvação das pessoas que temos como alvo de evangelismo. Nesse culto também ouvimos a Palavra de Deus que é transmitida com propósitos específicos para que sejamos capacitados e equipados para nossa tarefa gloriosa de implantação do Reino de Deus.

Grupos de Crescimento (células)
É a igreja viva e ativa nos lares, lugar onde cada um tem voz, nome e reconhecimento como corpo de Cristo. Praticamos todas as funções da igreja em escala proporcional de uma forma a propiciar que todos participem ativamente. É o momento de remoer a palavra ministrada no domingo, de tirar dúvidas de expor opiniões e ideias. É também um lugar onde qualquer pessoa pode exercer atividades concernentes sem ser criticado. É o lugar de aprender e também de desenvolver relacionamentos mais profundos, vínculos espirituais; de exercer atividades tais como diaconia, ministração de ofertas, oração por pedidos específicos e uns pelos outros. Enfim, é um lugar de ser família de Deus na prática.

Discipulado um a um
Cremos e adotamos a visão do MDA (Modelo de Discipulado Apostólico). Cremos que é através de um discipulado embasado na lealdade que poderemos alcançar o propósito de edificarmos, amarmos, suportarmos, etc. uns aos outros. Desta forma, poderemos exercer os dons ministeriais equipando assim o corpo de Cristo para a obra do ministério de Cristo. Poderemos assim crescer em conhecimento e graça obedecendo ao chamado de Jesus para fazer discípulos de todas as nações ganhando vidas e cuidando bem delas. Como um corpo bem ajustado pelo auxílio de toda junta e ligamentos, efetuando o seu próprio aumento com amor e dedicação. O discipulado nunca deve ser imposto, na verdade, deve ser decorrente de um desenvolvimento gerado pelo derramar do amor de Deus pelo Espírito Santo gerando assim, um vínculo verdadeiro e saudável.

TADEL – Treinamento Avançado de Líderes
Essa reunião é onde o pastor motiva, anima, instrui aos líderes a continuarem investindo em vidas, evangelizando, ganhando e discipulando, sempre com o propósito de gerar cristãos com o mesmo DNA. É onde se cuida da visão, estabelecendo alvos para que possamos multiplicar lideranças para podermos multiplicar Grupos de Crescimento e consequentemente, gerar novos convertidos e assim sucessivamente. O sucesso depende, entre outras coisas, de uma formação de líderes que tenham o DNA da visão estratégica de trabalho da igreja. Nessa reunião os líderes de GC podem e devem dialogar com seus supervisores sobre os acertos e erros que podem ter sido cometidos, em uma conversa edificante sempre visando o aprimoramento do indivíduo e dos processos de desenvolvimento nos GCs.

 Oração
A cobertura vem de Deus e acontece pelo reconhecimento das autoridades ministeriais por Ele implantadas na igreja. Porém entendemos que tudo que fazemos deve também estar coberto pela oração (Efésios 6. 18). A oração gera muito mais do que respostas por necessidades. Sempre que oramos por alguém acabamos amando essa pessoa. Sempre que oramos por um propósito, acabamos nos apaixonando por ele. Sempre que oramos e jejuamos, primeiramente somos trabalhados pelo Espírito de forma a desejarmos com fogo ardente em nós que a vontade de Deus seja alcançada. A oração com fé pode alcançar o que muito esforço somente humano não alcança. Uma igreja que ora muda a história!